Um sifão para o menino.
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Um sifão para o menino.

Sifão
Um bonito sifão. (Re)criado por um dos maiores cozinheiros do mundo. Não tenho um mas gostava de ter. Este é um post fútil sobre amores na cozinha. E querer nem sempre é poder. Mas sonhar ajuda. Gostava de ter uma Bimby e não tenho. Gostava de ter um Microplane e ainda não tenho. Gostava de ter uma cozinha grande. Com Sous Vide e tudo. Mas não tenho. E já agora que estou a pedir, uma cave da Liebherr para guardar os meus vinhos.

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Um lavagante sem nome.
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Um lavagante sem nome.

O cenário
Sei o que devem estar a pensar. Lagosta? Lavagante? Sim. É lavagante. Em todo o seu esplendor. Um dos exemplos do marisco português que é de extrema qualidade na nossa costa. E é daqueles ingredientes que não se deve inventar muito para o confeccionar. Basta seguir o que diz a lei. A certeza que ficará bom é imediata. Aqui vem a história de um Lavagante. Clássico.  Ler mais »
A “sandes” não tem singular, só plural!
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A “sandes” não tem singular, só plural!

Sandocha

Tal como os “lápis” e os “ténis”. A “sandes” não tem singular. Não se calça um “téni” nem se usa um “lapí”. E provocações à parte temos aqui um bom exemplo para um snack ao lanche ou até um almoço mais light. Esta é uma das melhores maneiras de matar a fome. A ideia é fugir ao tradicional e muito popular papo-seco com queijo ou fiambre. “Quer com ou sem manteiga?”

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A cozinha com tachos e panelas.
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A cozinha com tachos e panelas.

Cozinha

Não. Não vou argumentar contra a “nova cozinha”. Ou até mesmo a cozinha de “pinças” que tem um lado mais “tecno-emocional”. Hoje apetece-me escrever sobre a cozinha de tachos e panelas. A cozinha que assenta em gerações. A cozinha que encerra em si também muito da cultura de um país. Que o define e o mostra. Esta é a cozinha que a maioria ama. A que na raiz mostra o sabor de um povo.

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Eh! Carapau!
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Eh! Carapau!

Jaquinzinhos

Não quero entrar em guerras de tamanhos nem de cotas. Recentemente falou-se de uma proibição de venda de carapau abaixo dos 15cm. Os conhecidos “Jaquinzinhos”. Confesso que em parte sou levado a concordar. Porque se apanhamos o peixe tão juvenil, deixamos de ter uma pesca sustentável. Mas como em tudo é necessária uma regulamentação. E aqui e agora o que importa discutir é mesmo o paladar. De uns belos “Jaquinzinhos” para acompanhar um arroz de Tomate. Portugalidade em todo o seu sabor.

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