
Não é uma tirada política. Nada disso. É apenas uma manifestação que quero fazer ao reaproveitamento de um prato. Porque comer algo que sobrou de outra refeição não tem de ser monótono. Nesta altura temos de deixar fluir o espírito criativo e dar a volta à questão. E literalmente matar um coelho com duas cajadadas só. Ler mais »

Não sou o primeiro a insurgir-me contra isto. Nem serei o último. Mas é que realmente não faz sentido nenhum. Já perceberam que falo da maldita faca de peixe. Uma lembrança do passado, que não faz sentido nos dias de hoje. Mas que resiste impunemente aos tempos modernos. Nem quero ir pelo lado da tradição, porque nem por aí tem valor. E eu. Que sou esquerdino à mesa, padeço de um cansaço geral cada vez que vou a um restaurante e me apresentam este talher.
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Um bonito sifão. (Re)criado por um dos maiores cozinheiros do mundo. Não tenho um mas gostava de ter. Este é um post fútil sobre amores na cozinha. E querer nem sempre é poder. Mas sonhar ajuda. Gostava de ter uma Bimby e não tenho. Gostava de ter um Microplane e ainda não tenho. Gostava de ter uma cozinha grande. Com Sous Vide e tudo. Mas não tenho. E já agora que estou a pedir, uma cave da Liebherr para guardar os meus vinhos.
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Sei o que devem estar a pensar. Lagosta? Lavagante? Sim. É lavagante. Em todo o seu esplendor. Um dos exemplos do marisco português que é de extrema qualidade na nossa costa. E é daqueles ingredientes que não se deve inventar muito para o confeccionar. Basta seguir o que diz a lei. A certeza que ficará bom é imediata. Aqui vem a história de um Lavagante. Clássico. Ler mais »

Tal como os “lápis” e os “ténis”. A “sandes” não tem singular. Não se calça um “téni” nem se usa um “lapí”. E provocações à parte temos aqui um bom exemplo para um snack ao lanche ou até um almoço mais light. Esta é uma das melhores maneiras de matar a fome. A ideia é fugir ao tradicional e muito popular papo-seco com queijo ou fiambre. “Quer com ou sem manteiga?”
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