
Estava a ler um artigo super interessante no NY Times sobre uma nova moda de workshops de talho. Onde as pessoas pagam algumas centenas de dólares para irem ver desmanchar uma carcaça. Ao principio achei uma ideia um pouco medonha, mas pensando bem é uma boa forma de aumentar o conhecimento culinário.
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Existem coisas que mudam de nome mediante o local onde estamos. O exemplo mais engraçado para mim é o Lanche. Especialmente o misto. A Sul é conhecido por Merenda, mas pela zona Norte é o nome de Lanche que impera. Basicamente são sinónimos, e ambos pretendem mostrar a melhor altura para o comer. Ali entre o almoço e o jantar. Ao final da tarde quando a fome aperta.

Lembro-me bem da minha primeira vez em que caí de amores por uma beringela. Foi em Roma, o que lhe dá uma carga romântica ainda maior. Não era algo que estivesse habituado a comer por terras lusas, e na altura em Trás-os-Montes a beringela não fazia parte dos hábitos de consumo. E penso que mesmo ainda hoje não faça, e que seja apenas consumida por uma pequena minoria.
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Existem alturas em que a paciência não nos permite cozinhar coisas mais elaboradas. Pelo dia-a-dia agitado, pela vontade de aterrar no sofá ou mesmo pela falta de tempo, a verdade é que recorremos sempre a coisas mais fáceis de se cozinharem. Muita gente opta pelos cereais ou por uma refeição mais ligeira com coisas que sobram do dia anterior. Mas a verdade é que fazer algo bom e de raiz nem sempre tem de ser complicado.
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Faz todo o sentido. Era a resposta que mais ouvia quando falava na minha ideia de criar este blog. As limitações do Facebook foram a principal motivação. É complicado mostrar mais naquele formato, por isso coloquei mãos à obra para ter um canto na internet que possa mostrar o meu dia a dia. E aqui está ele.
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